Memórias de outrora, há muito perdidas
Asfixiando-me em minha poça de sangue
Com meu veneno amargo que se espalha em minhas veias
Dizei-me então quem sou e a razão de aqui estar
Não tenho respostas para isso e nem me atreverei a tentar decifrar
Se em sonho me embriaga, na realidade me afoga
Sugando minha alma de meu corpo
Devorando-a sem piedade...
Asfixiando-me em minha poça de sangue
Com meu veneno amargo que se espalha em minhas veias
Dizei-me então quem sou e a razão de aqui estar
Não tenho respostas para isso e nem me atreverei a tentar decifrar
Se em sonho me embriaga, na realidade me afoga
Sugando minha alma de meu corpo
Devorando-a sem piedade...
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